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O Pequeno Príncipe e seus ensinamentos sobre comportamento humano.
  • O Pequeno Príncipe e seus ensinamentos sobre comportamento humano.

    “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” É praticamente impossível conhecer uma pessoa que não sabia a origem dessa frase. Lançado em 1943, O Pequeno Príncipe do jornalista e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry, continua encantando crianças e adultos mesmo após 75 anos de sua primeira publicação.

    Apesar de passar a impressão que se trata somente de uma obra para entreter o público infantil, a singela história da amizade entre um frustrado piloto de avião com um principezinho que habita um asteroide no espaço traz, grandes ensinamentos sobre o comportamento humano.

    Uma rápida análise em nosso cenário atual é fácil perceber que de certo modo estamos dando mais valor a coisas do que pessoas. O capital humano dentro de uma empresa, organização ou até mesmo no comércio local não pode ser quantificado com base em números. Conquistar as pessoas requer tempo e paciência, tempo esse que as empresas muitas vezes não querem perder.

    As empresas que visam aumentar seus lucros ao mesmo tempo em que constroem uma boa imagem e reputação precisam se esforçar mais para criar um laço e fidelizar os clientes. A geração mudou e com ela a forma de se comunicar com o mercado. O consumidor busca cada vez mais por marcas que compreendam suas necessidades e que conversem com eles de modo simples e empático.  
     
    Para aplicar os ensinamentos de O Pequeno Príncipe na gestão das marcas, as empresas não podem mais se basear apenas em cálculos de metas frios e sim investir parte do seu tempo na criação e na manutenção de um bom relacionamento com o cliente. Pois como diz a raposa do jovem príncipe; “O essencial é invisível aos olhos”, e o fator emocional e psicológico determinante para aquisição ou não de um produto é um bom ou mau atendimento.
     
    Internamente o desafio das empresas está em encontrar e reter talentos, já que no cenário corporativo vem sendo comum ver relatos de profissionais que trocam carreiras bem sucedidas por um estilo de vida mais simples. E por isso, dentro do ambiente de trabalho o gestor e o empregador precisam estar conscientes do valor de suas “rosas”, regando elas todos os dias e assim as protegendo da desmotivação que age como uma erva daninha que impede o colaborador de enxergar as possibilidades de crescimento dentro da empresa, e que faz como que ele acabe buscando novas oportunidades no mercado de trabalho.

    Quando o colaborador percebe que é importante e não somente mais um número, ele se sente realmente membro da equipe e com isso passa a buscar formas para que o seu trabalho contribua para o crescimento da empresa. E para que isso aconteça os gestores precisam ter em mente que: “É preciso proteger as lâmpadas com cuidado: um sopro as pode apagar.”.
     
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