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Os desafios e as novas oportunidades no mercado de Comunicação no Brasil
  • Os desafios e as novas oportunidades no mercado de Comunicação no Brasil

    Não é de hoje que o modo de se comunicar ou transmitir uma informação vem mudando e de
    uma forma rápida e até mesmo um pouco drástica. Casos como o da Editora Abril, Esporte
    Interativo
    e da Editora Escala só ressaltam a importância do Jornalismo se adaptar a mudança
    de cenário e buscar em meio ao caos aparente, oportunidades para manter- se relevante.
    Mas, por que o jornalismo está em crise? Embora a resposta óbvia seja os problemas
    financeiros enfrentados pelo enfraquecimento do poder da mídia impressa, isso só é a ponta
    do iceberg. O fato é que o jornalismo vem perdendo a sua credibilidade por conta das fake
    news, muitas vezes geradas nas mídias novas, ou seja, nas redes sociais.
    A profissão assim como os seus profissionais precisam se reinventar e encontrar novos meios
    de se comunicar com um público que consome informação e conteúdo cada vez mais rápido.
    Áreas que o jornalista pode atuar nesses tempos de mudança são amplas e algumas até já
    fazem parte do dia a dia do profissional. Entre elas estão:
    •  Repórter: Apesar da crise no mercado as pessoas continuam gostando de ouvir boas e
    histórias e a essência do bom repórter é ser um bom contador de histórias. Seja sobre
    problemas cotidianos de pequenas ou grandes cidades, investigações e grandes
    desastres ou somente histórias inspiradoras. A verdade que sem um bom repórter não
    existe jornalismo.
    • Freelancer: Para quem gosta de ter uma maior flexibilidade de horário, o jornalismo
    autônomo possui um vasto campo de atuação. O profissional freelancer pode
    trabalhar na produção de matérias, agendar entrevistas e até mesmo atuar como
    fotojornalista, tanto na captação como na edição e produção de reportagens. Algo que
    com graças a tecnologia tornou tudo mais fácil.
    •  Produtor: A internet abriu um mar de possibilidades para quem ama trabalhar com
    comunicação. Blogger, YouTubers e Instagrammers estão aí para provar que tem como
    ganhar dinheiro produzindo conteúdo de forma independente para a internet.
    •  Marketing de conteúdo: O marketing também evolui e se tornou um meio a ser
    explorado por jornalistas. O marketing de conteúdo, por exemplo, já é uma profissão
    consolidada no Brasil e o profissional pode atuar escrevendo desde textos por
    encomenda para blogs ou sites corporativos. Além disso, os informes publicitários
    estão ganhando força e vem sendo implementados em jornais como o The New York
    Times, Folha e em portais de notícias como o G1.
    • Social media: Esse é um espaço ainda a ser desbravado por jornalistas, mesmo que
    faça parte do perfil original da profissão. As redes sociais se tornaram um veículo de
    comunicação importante muitas vezes fazendo a vez do jornal ou da revista, e por isso
    medir dados e através deles gerar conteúdo que converse e fidelize o público se
    tornou uma tarefa essencial.
    • Jornalismo de dados: O termo é novo, mas não é de hoje que ele existe. O RAC
    (Reportagem com Auxílio de Computador) começou a ganhar destaque com o avanço
    da tecnologia e envolve várias áreas de conhecimento dentre elas domínio de Excel e
    programação. Inclusive muitos acreditam que esse será o futuro do jornalismo.
    •  Checador: Pode até parecer ironia do destino, afinal as fake news são apontadas como
    um dos fatores para a crise no meio jornalístico. Porém, justamente por causa delas
    surgiu um novo campo de atuação para o jornalismo, a checagem se uma matéria é ou
    não falsa. No Brasil agências como Agência Lupa e Aos Fatos já estão se consolidando
    na área.
    As pessoas vão continuar gostando de ler histórias e se identificar com elas de alguma forma.
    Um bom texto precisa informar e gerar algum tipo de emoção ao mesmo tempo, e apesar do
    desafio por parte da redação hoje seja maior, atingir um público mais amplo e engajado ficou
    mais fácil. O impresso provavelmente vai continuar a existindo de alguma forma, pois sempre
    haverá pessoas que gostam de sentir a textura do papel em mãos e o cheiro de tinta recémimpressa.
    Mas na competição entre o papel e os smartphones, o segundo vem levando certa
    vantagem e não há como parar essa mudança.
    Se você se interessou pelos campos de atuação do Jornalismo, conheça o curso da ESAMC.
     

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