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Reforma Trabalhista: o que muda para o profissional de RH?
  • Reforma Trabalhista: o que muda para o profissional de RH?

    A Reforma Trabalhista foi um ponto de grande discussão nacional ao alterar mais de 100 pontos da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), conjunto que rege as relações de trabalho no país. A lei foi sancionada em julho de 2017, mas teve início em novembro do mesmo ano. 

    A partir das mudanças, as empresas começaram a ajustar questões de informalidade, como o parcelamento de férias, por exemplo, que não era permitido anteriormente, mas que ocorria na maior parte das empresas por desejo do trabalhador. Isso significa que, em grande parte, a reforma está regularizando o que já se fazia anteriormente. 

    Ela também possibilita que empresas, sindicatos e trabalhadores, definam a melhor forma de conduzir as mudanças sem estar preso a regras que já não fazem mais parte da nossa realidade. A medida deve suportar momentos de instabilidade econômica, o que possibilita a realização de acordos compatíveis com a necessidade do mercado. A política, portanto, evita situações de demissão em massa ou quebra de empresas. 

    Então será papel do RH identificar quais normas que melhor se enquadrarão ao modelo de negócio da corporação, bem como à cultura organizacional e ao perfil dos colaboradores. A partir disso, o profissional passa a ter um papel ainda mais importante para o bom andamento da empresa. Será preciso que ele se aprimore ainda mais nas ações que envolvem gestão de pessoas, que adquira mais conhecimento acerca do tema e crie mecanismos para realizar os ajustes necessários. 

    É preciso muito cuidado nas ações tomadas, uma vez que as negociações devem estar focadas muito além do simples desejo de obter vantagens na relação criando mecanismos de sustentabilidade desse acordo. 

    O que pensam os profissionais? 

    Em pesquisa realizada pela Associação Paulista de Recursos Humanos e de Gestores de Pessoas (AAPSA) revelou o que pensam sobre as mudanças. O levantamento informou que 30% dos entrevistados aguardam resultados pouco positivos das mudanças; 09% acreditam que as consequências serão negativas, enquanto 27% projetam efeitos positivos.

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