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Curso de Produção Audiovisual

A comunicação em vídeo cresce de forma promissora e meteórica no Brasil. Não à toa, a plataforma é o alvo de quem pretende ter um lugar na internet e também atrai olhares do mercado publicitário.

Relatórios já apontam que 64% de todo tráfego da internet é de pessoas assistindo a vídeos. Em contrapartida, uma pesquisa realizada pela Interactive Advertising Bureau, com cerca de 300 grandes marcas, apontou que mais de 65% delas já estão deixando de investir na televisão e passando a investir somente em webvídeos.  No Youtube, o canal mais visitado atualmente acumula nada menos do que cerca de 189 milhões de inscritos. 

Youtubers: a abertura de um novo mercado

Os influenciadores da nova geração já perceberam que carisma e simpatia já não bastam para atrair público e ir além do primeiro clique, ou seja, a inscrição no canal. De um simples review a uma web série, eles se destacam pela estratégia, pois o canal precisa desenvolver uma identidade visual e ter uma edição em sintonia com o público (dinâmico ou poético).

O dinamismo e a concorrência na  internet  pedem capacitação, e o youtuber sabe que não pode fazer isso sozinho. Um projeto audiovisual vai além de boa produção e edição, e incluir, inclusive, ações de marketing e branding, seja antes, durante ou após o projeto ir ao ar. Ou seja, de carona no sucesso dos novos influenciadores digitais, agências com foco em captação de imagem e edição de vídeo para internet cavam oportunidades e despontam em um novo espaço no mercado.


A fórmula do sucesso

Mas não pense que basta pegar uma câmera e sair falando para a TV.  O mercado audiovisual requer preparo.

 A ESAMC, por exemplo, oferece o curso de Graduação Tecnológica em Produção Audiovisual, que prepara o profissional para ter domínio técnico das ferramentas de som e imagem, entendimento das diferenças e necessidades de cada canal de distribuição audiovisual, além de oferecer uma visão ampla do mercado. O aluno vai aprender também a interpretação e roteiro, técnicas de edição sonora e a convergência digital.

E trabalho não deve faltar para este nicho, já que o Brasil é, hoje, o segundo maior público do YouTube.